Rio de Janeiro pode ficar sem segundo turno? Entenda a conta dos votos de Garotinho
A simulação muda o denominador, sem acrescentar votos a Douglas Ruas. O resultado matemático é separado da decisão sobre a realização do segundo turno.
Leituras do Brasil e dos estados para conectar os números ao contexto. Com fontes à vista, recortes identificados e perguntas que merecem ir além.
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A simulação muda o denominador, sem acrescentar votos a Douglas Ruas. O resultado matemático é separado da decisão sobre a realização do segundo turno.
O cenário isolado incorpora 7.180 votos e altera uma cadeira. O conjunto completo muda o quociente novamente, mas conserva a mesma entrada e saída.
A simulação amplia a bancada do Avante e muda uma cadeira estadual. A origem dos votos e o nome que ocupa a vaga são partes distintas do cálculo.
A hipótese sobre os votos de Dinho modifica a bancada do MDB. Os cenários de pendências examinados não acrescentam uma cadeira ao PL.
PSOL, PSOL/Rede e conjunto estadual usam volumes diferentes. Os três testes alteram a mesma cadeira; entender a unidade da hipótese é parte da conferência.
A hipótese de incluir 35.211 votos altera a composição da Assembleia. O teste de Adão Salemaq e o cenário conjunto mostram por que não se devem duplicar as trocas.
No cenário calculado, a validação de 6.127 votos amplia a bancada do MDB e muda uma cadeira federal. A candidata validada não é quem ocupa a vaga adicional.
As 62 pendências federais não mudam eleitos nos testes individuais. Juntas, elevam o quociente de 338.203 para 338.636 e alteram uma cadeira.
Uma troca federal e cinco estaduais no cenário conjunto. Validações isoladas podem atingir a mesma vaga; a composição precisa ser recalculada inteira.
O cenário conjunto altera três cadeiras federais e dez estaduais. A série explica por que essa conta não é uma previsão nem a soma de hipóteses isoladas.
Explore os cálculos que já estão disponíveis. Você pode mudar o recorte e combinar os módulos em um dossiê.